Todo vinho do nosso acervo pertence a uma de quatro famílias. Entender o espírito de cada uma já resolve metade das escolhas.
Tinto
Feito com uvas escuras fermentadas com as cascas. É delas que vêm a cor e os taninos, aquela sensação que seca de leve a boca e dá estrutura ao vinho. Tintos vão de leves e frutados (Pinot Noir, alguns Malbecs jovens) a encorpados e intensos (Cabernet Sauvignon, Tannat). Regra prática: quanto mais gordura e intensidade no prato, mais corpo o tinto pode ter. Sirva entre 16 e 18 graus, nunca quente.
Branco
Fermentado sem as cascas, o branco troca taninos por acidez, o frescor que faz salivar. Vai de leves e cítricos (Vinho Verde, Riesling) a untuosos com passagem por madeira (Chardonnay com barrica). É o parceiro natural de peixes, frutos do mar, saladas e queijos frescos. Gelado de verdade: 8 a 10 graus.
Rosé
Uva tinta com contato rápido com as cascas: um pé no frescor do branco, outro na fruta do tinto. É o vinho mais versátil da mesa e o mais injustiçado. Um bom rosé seco acompanha do aperitivo à massa e brilha no calor do Rio. Sirva como um branco: bem gelado.
Espumante
Vinho com segunda fermentação, que cria as borbulhas. Brut quer dizer seco; Moscatel é doce e perfumado. O espumante abre apetite, limpa o paladar e conversa com quase tudo, da entrada fritinha à sobremesa. É o mais democrático dos vinhos e o mais esquecido fora das festas. Nosso conselho: não espere dezembro.
E agora?
Explore o acervo pelas categorias na página da curadoria, ou conte pra gente o que vai servir e deixe a escolha com a gente.

